
Esta saga do vídeo da Escola Carolina (oh nome do caraças) Michaelis começa a aborrecer.
Afinal, há mais meninos e meninas mal-educados noutras escolas. Olha a novidade!
Há 30 anos também havia! O que ainda não havia era o You Tube.
Decidido que está que a jovem protagonista desta verdadeira história pascal (olha a falta de notícia), irá mudar de escola, pergunto: resolve o problema? Obviamente, não!
Provalvelmente, agrava-o, na perspectiva social da miúda.
Enquanto isso, a «stôra» (não percebo porque é que se permite que os jovens tratem assim o professor) vai apresentar queixa contra a aluna e a turma. Vai? Agora? Por vontade própria ou pela pressão mediática?
Já aqui escrevi o que penso sobre o assunto dos telemóveis na sala de aula. Mas, porque também sou aluna numa escola do ensino superior (fora do tempo, mas sou), ocorre-me contar, sem referir nomes, que tenho visto alguns - repito, alguns – professores utilizarem o telemóvel em plena aula. A bem da verdade, também devo referir que o fizeram sem perturbação para o normal desenrolar da aula.
Por regra também levo o telemóvel para a aula, em silêncio. Das vezes que precisei de atender chamadas, nunca mo foi negado. Sem perturbação para a turma.
E para rematar, recupero uma informação veiculada esta semana pelo Jornal “Público” que dizia que “Numa das reuniões do conselho executivo, a professora Adozinda Cruz confirmou que autorizou os alunos a manterem os telemóveis ligados, permitindo-lhes que ouvissem música. Patrícia terá extravasado a ordem atendendo uma chamada da mãe.”
Por isso, calma com o debate.
Educação, sem duvida!
Autoridade…também, mas essa conquista-se.