sábado, 16 de outubro de 2010

Proposta de alteração à Lei de Imprensa





O Governo pretende apresentar em 2011 uma proposta de alteração à Lei de Imprensa, segundo a versão preliminar do Orçamento do Estado para o próximo ano.
A regulamentação do estágio profissional dos jornalistas e o “aprofundamento dos mecanismos de auto-regulação do sector” são outros dos objectivos do Executivo para 2011.

Na sequência da aprovação futura da Lei da Rádio pela Assembleia da República, o Governo propõe-se ainda rever o contrato de concessão do serviço público de rádio.

O documento salienta que o acompanhamento da execução do contrato de prestação de serviço noticioso e informativo de interesse público celebrado com a Lusa, bem como dos contratos de concessão do serviço público de rádio e de televisão far-se-ão “levando em consideração as especiais exigências de austeridade financeira com que o País se confronta”

Fonte: http://www.publico.pt/

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Mal Amados?


Carrilho, estreia-se no comentário. Chega, animal ferido.
Santana, regressa. Mais maduro. Talvez mais lúcido.
São os mais recentes reforços da TVI. Estreia-se dia 23.

"Sim, foi um convite surpreendente para mim, mas as surpresas têm-me assaltado nas últimas semanas", disse o socialista ao DN, numa referência à decisão do Governo de o afastar, segundo ele, sem aviso prévio e através dos media, do cargo que ocupa. Carrilho sublinha que "o País está numa situação muito complicada" e acha que "a análise pode contrariar este fatalismo de que o País não tem saída". "Eu acho que Portugal tem saída".
Uma semana depois, chegará Santana.
"Não vou ser cínico. Já sentia saudades do debate, de interferir desta forma, do confronto e análise política", disse o antigo primeiro-ministro, que esclareceu que pediu "dois ou três dias para pensar" antes de aceitar.


Nota: Claramente se percebe que Manuela Moura Guedes não faz falta :)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Casa Pia mostrou 'do pior que se faz em jornalismo'





O Conselho Deontológico (CD) do Sindicato dos Jornalistas deu hoje, finalmente, um sinal.
É premente uma reflexão sobre o assunto.
Se a Deontologia é uma palavra vã, então que se faça a sua abolição.
Nem que seja, para estarmos em sintonia com a actualidade, por uma razão atendível.

O Conselho Deontológico (CD) do Sindicato dos Jornalistas considerou hoje que a cobertura noticiosa do processo Casa Pia é «paradigmática do pior que se faz em jornalismo» e põe em causa os princípios deontológicos do sector.
«A cobertura jornalística do caso Casa Pia é, desde a sua origem, paradigmática do pior que se faz em jornalismo. É uma cobertura que questiona a quase ou mesmo a totalidade dos princípios do Código Deontológico», afirma o conselho, em comunicado divulgado hoje.
Para o CD do Sindicato dos Jornalistas, em muitos casos a função do jornalista deu lugar ao exercício de mediação de mensagens, estando, nestas práticas, ausente demasiadas vezes a interpretação, a comprovação e a verificação dos factos.

O CD afirma ainda que muitas práticas foram alheias aos valores éticos e deontológicos da profissão e «exemplificam os efeitos da instrumentalização do jornalismo».

«Alguns dos diretos televisivos e radiofónicos no decurso da leitura da sentença e os debates emitidos no rescaldo das condenações constituem peças exemplares que servem para demonstrar o que não é jornalismo», acusa.

Por isso,o CD exorta os jornalistas a refletirem sobre o trabalho produzido e as instituições que regulam as empresas de comunicação social a promoverem um debate sobre «estatutos editoriais e sobre as causas que condicionam a criação e funcionamento dos conselhos de redacção».
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=380

domingo, 12 de setembro de 2010

Voltei!



Regresso hoje ao meu Blog!
Regresso porque me voltou a apetecer escrever.
Dar-lhe-ei um novo conteúdo.
Fundamentalmente, vou reservá-lo para a actualidade informativa, excluindo a área local (explico de seguida) e para teorizar sobre uma das minhas área de trabalho: Jornalismo/Comunicação. O que aprendi nos últimos cinco anos não foi para meu exclusivo, mas para partilhar. Se for útil, melhor!
Salvo algum momento em que a vontade seja mais forte do que a reserva, falarei de Abrantes e da região. Por regra, não o farei, evitando os episódios tristes do passado.
Sei que estaria em permanente observação.
E também sei que lido mal com ofensas vindas de quem não dá a cara.

A Rua da Sardinha estará disponível para esgrimir argumentos sem ser pela via da ofensa e do anonimato.

Não abdico.
Da minha palavra.
Da minha liberdade.
Das minhas convicções.
Da minha condição.