domingo, 12 de agosto de 2007

A Torga o que é de Torga




No centenário do nascimento de Miguel Torga, recomendo uma passagem pela página http://5estrailes.blogs.sapo.pt/
Trata-se de um Blog da Escola Básica de Celeiros (Braga), que apresenta um trabalho muito interessante sobre Torga, realizado por crianças.
Mais importante do que a presença ou ausência de governantes nas cerimónias alusivas à data, é a efectiva memória dos mais jovens perante tal personalidade e a sensibilidade dos professores para estas matérias.

“De alguma coisa me hão-de valer as cicatrizes de defensor incansável do amor, da verdade e da liberdade, a tríade bendita que justifica a passagem de qualquer homem por este mundo” (Diário, Coimbra, 9 de Dezembro de 1993)

sábado, 11 de agosto de 2007

Grande gaff da PJ




O que é que se passou na cabeça de Olegário de Sousa?
Quem é que faz assessoria de imprensa a este homem?
Como é que se atreve a dar uma entrevista sobre o caso da pequena Maddy a um órgão de comunicação social inglês, quando a PJ nacional está sobre fogo cruzado dos meios de comunicação ingleses?
Porque é que o inspector não convocou a imprensa?
Mas será que nem na gestão de imagem damos bom exemplo?

Remar no Aquapolis

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

namorar no Aquapolis




Ai o Amor!

O Aquapolis tem belos recantos para namorar.
A foto é da Catarina Brandão, estagiária de comunicação.
Bela malha!

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

ai estes ingleses!!!!





Os ingleses acham-se superiores. Não é de agora. Já vem de longe. São irritantes!

é o Editorial de hoje do D.N.

"Faz amanhã cem dias que Madeleine McCann desapareceu. E continua sem se saber nada de concreto. Nesta história, os meios de comunicação social têm um papel difícil. Sobretudo em Portugal.

Para obter a informação que o seu público - e a curiosidade deste - lhes exige, têm de furar. Usar fontes da Polícia Judiciária, divulgar dados oficiosos que sabem não serão confirmados oficialmente. Neste processo tudo se baseia em duas relações de confiança: dos jornalistas que confiam nas fontes e dos leitores que confiam nos jornalistas.

É fácil perceber que esta situação não agrade aos jornalistas ingleses. Estão num país estranho. E estão habituados a que a polícia divulgue a informação que tem. A que oficialmente diz que não tem também não costuma aparecer nos jornais do dia seguinte. A polícia inglesa, que tem colaborado com a portuguesa, nunca teceu uma crítica e nunca houve, desse lado, nenhuma fuga.

Já mais difícil é compreender a interpretação que os jornais ingleses - dos tablóides aos sérios - dão deste processo. Dizem eles que os portugueses tomaram um lado e que esse é o lado da polícia contra os McCann. Chegaram mesmo a falar em "difamação" e "conspiração" contra o casal.

Ora, isto não faz sentido. Num caso destes, em que nada se sabe, todos são suspeitos. Os meios de comunicação social limitam-se a dar informação das mais recentes investigações da PJ - qualquer que seja o caminho que elas apontem. Ou seja, os meios de comunicação social têm trabalhado o melhor que conseguem num ambiente difícil".

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Ministério da Saúde dispensa 180 médicos e 3 mil enfermeiros

é o "Díário Económico" quem o escreve:

"Hospitais, centros de saúde e sub-regiões estão a dispensar os seus funcionários contratados a termo que totalizam menos de dez mil pessoas, das quais três mil são enfermeiros e 180 médicos, apurou o Diário Económico.

As Administrações Regionais de Saúde já enviaram à maioria dos hospitais, centros de saúde e sub-regiões o ofício que determina que os contratos de trabalho a termo em vigor mantêm-se apenas até ao fim do respectivo prazo (três meses), “sem possibilidade de renovação”.

A medida integra o novo diploma sobre o Estatuto do Serviço Nacional de Saúde (decreto-lei 276A/2007), que entrou em vigor a 1 de Agosto e que torna a contratação restrita a alguns grupos profissionais, com novos critérios de selecção e que prevêem a criação de quotas para contratação.

Fonte oficial do Ministério da Saúde sublinhou, ao DE, que o pessoal contratado a termo “serve para cumprir necessidades excepcionais".

Comentário: MELHORAS, NENHUMAS!!!